{"id":2477,"date":"2025-03-17T14:05:38","date_gmt":"2025-03-17T17:05:38","guid":{"rendered":"https:\/\/portal.pi.gov.br\/adapi\/?page_id=2477"},"modified":"2026-06-30T23:22:39","modified_gmt":"2026-07-01T02:22:39","slug":"caprinos-e-ovinos-doencas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/portal.pi.gov.br\/adapi\/caprinos-e-ovinos-doencas\/","title":{"rendered":"Doen\u00e7as"},"content":{"rendered":"\n<p><\/p>\n\n\n\n<ul>\n<li>Doen\u00e7as Nervosas<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>3.1 Scrapie<\/strong> : \u00c9 uma neuropatia degenerativa cr\u00f4nica, n\u00e3o febril, fatal e transmiss\u00edvel de ovinos e caprinos adultos, caracterizada clinicamente por prurido, anormalidades na marcha e por um per\u00edodo de incuba\u00e7\u00e3o muito longo. Esta enfermidade faz parte de um grupo de encefalopatias espongiformes, nas quais se incluem a Encefalopatia Transmiss\u00edvel do Visom (ETV), a Encefalopatia Espongiforme Bovina (A S\u00edndrome da Vaca Louca), a doen\u00e7a da emacia\u00e7\u00e3o 10 cr\u00f4nica do veado-orelhudo e do veado-nobre cativos, a Kuru e a doen\u00e7a de Creutzfeldt-Jakob, as duas \u00faltimas em humanos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Controle<\/strong>: N\u00e3o h\u00e1 vacinas dispon\u00edveis. Em nosso pa\u00eds \u00e9 considerada doen\u00e7a de notifica\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria. Todos os casos cl\u00ednicos devem ser abatidos (ascendentes e descendentes), assim como todos os animais que entraram em contato. O terreno deve ficar no m\u00ednimo 2 meses sem animais, est\u00e1bulos e abrigos devem ser desinfetados com uma solu\u00e7\u00e3o detergente a 2% (soda c\u00e1ustica). No Reino Unido, h\u00e1 uma preocupa\u00e7\u00e3o de se destruir as carca\u00e7as, pois a doen\u00e7a passou de ovinos para bovinos atrav\u00e9s da farinha de carne produzida a partir de ovinos infectados. Devem-se tomar cuidados especiais para evitar o contato entre animais suscet\u00edveis e a placenta de animais possivelmente infectados.<\/p>\n\n\n\n<p>3.2 <strong>Artrite e Encefalite Caprina (CAE): <\/strong>\u00c9 uma doen\u00e7a viral que se manifesta mais frequentemente em caprinos leiteiros adultos como uma artrite e uma mastite n\u00e3o responsivas cr\u00f4nicas, e em caprinos jovens como uma encefalite (leucoencefalomielite).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Controle<\/strong> O controle depende da identifica\u00e7\u00e3o dos animais infectados e da manuten\u00e7\u00e3o dos mesmos fisicamente separados dos n\u00e3o-infectados. Pode-se reduzir a taxa de infec\u00e7\u00e3o dos caprinos rec\u00e9m-nascidos em mais de 90% por meio da remo\u00e7\u00e3o dos cabritos das cabras infectadas a medida que passam pelo canal do parto, oferecendo-se a eles um colostro aquecido a 56\u00b0C por 1 hora, pasteurizando o leite e criando-os isolados dos caprinos infectados.<\/p>\n\n\n\n<ul>\n<li>Doen\u00e7as Respirat\u00f3rias<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>3.3 Maedi -Visna (Pneumonia Progressiva)<\/strong> \u00c9 uma doen\u00e7a viral progressiva, cr\u00f4nica e fatal de ovinos e caprinos adultos. O v\u00edrus afeta principalmente pulm\u00f5es e \u00fabere, mas o SNC e as articula\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m podem ser afetados.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Controle: <\/strong>A alternativa mais racional de controle \u00e9 a identifica\u00e7\u00e3o e elimina\u00e7\u00e3o dos ovinos sorologicamente positivos. Deve-se evitar que o cordeiro mame o colostro de ovelhas infectadas, dando a eles colostro de ovelhas n\u00e3o infectadas ou colostro de vaca. Deve-se repetir os testes sorol\u00f3gicos a intervalos de 6 meses, at\u00e9 que 3 testes negativos sejam obtidos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>3.4 Pneumonia Vermin\u00f3tica:<\/strong> \u00c9 uma infec\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica e prolongada de ovinos e caprinos, causada por nemat\u00f3deos pulmonares, caracterizada por dist\u00farbios respirat\u00f3rios e patologicamente por bronquite e broncopneumonia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Controle:<\/strong> O controle deve considerar o uso de pastagens livres de larvas infectantes para pastoreio de cordeiros desmamados. Isso se consegue utilizando pastoreio alternado com outras esp\u00e9cies animais, esses potreiros devem ser pastoreados por um per\u00edodo m\u00ednimo de dois meses. No sudeste europeu, uma vacina contra D. filaria, constitu\u00edda de larvas infectantes atenuadas, irradiadas pelos raios-X, administrada por via oral em 2 doses com intervalo de 4 semanas, \u00e9 utilizada com sucesso.<\/p>\n\n\n\n<ul>\n<li>Doen\u00e7as Digestivas<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>3.5 Coccidiose em ovinos e caprinos (Diarr\u00e9ia Hemorr\u00e1gica)<\/strong>: \u00c9 uma invas\u00e3o, geralmente aguda, com destrui\u00e7\u00e3o da mucosa intestinal por protozo\u00e1rios dos g\u00eaneros Eimeria ou Cryptosporidium, caracterizada por diarr\u00e9ia, febre, inapet\u00eancia, perda de peso, emacia\u00e7\u00e3o e, algumas vezes, morte. A coccid\u00edase \u00e9 a infec\u00e7\u00e3o dos animais por cocc\u00eddios, por\u00e9m sem sinais cl\u00ednicos aparentes. Geralmente o termo Coccidiose refere-se a doen\u00e7a causada por protozo\u00e1rios do g\u00eanero Eimeria.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Controle: <\/strong>Em cordeiros e cabritos o controle eficiente \u00e9 poss\u00edvel evitando-se a superpopula\u00e7\u00e3o, proporcionando aos animais \u00e1reas limpas e bem drenadas e removendo-se a cama freq\u00fcentemente para evitar a esporula\u00e7\u00e3o dos oocistos. Os cochos de ra\u00e7\u00e3o e \u00e1gua devem estar a uma altura suficiente para evitar contamina\u00e7\u00e3o fecal intensa. Deve-se evitar a coloca\u00e7\u00e3o de ra\u00e7\u00e3o sobre o ch\u00e3o, principalmente em piquetes com superpopula\u00e7\u00e3o de animais. Algumas drogas coccidiost\u00e1ticas podem ser utilizadas na preven\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a, os ion\u00f3foros como a monensina e o lasalocid s\u00e3o bastante eficientes.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>3.5 Enterotoxemias (infec\u00e7\u00e3o por Clostridium perfringens)<\/strong>: O Clostridium perfringens se encontra largamente distribu\u00eddo no solo e no trato alimentar dos animais, e se caracteriza por sua capacidade de produ\u00e7\u00e3o de exotoxinas potentes, algumas das quais s\u00e3o respons\u00e1veis por enterotoxemias espec\u00edficas. Identificaram-se 6 tipos (A, B, C, D, E e F) com base nas toxinas produzidas e foram identificadas 12 exotoxinas, nomeadas com letras do alfabeto grego.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>3.6 Enterotoxemia causada pelo Clostridium perfringens tipo A<\/strong>: O papel do Clostridium perfringens tipo A na patogenia das doen\u00e7as dos animais \u00e9 incerto, porque o microrganismo faz parte da flora bacteriana das vias digestivas de muitos animais sadios. Entretanto, h\u00e1 relatos isolados de mortalidade causada por esse agente em ovinos e bovinos na Austr\u00e1lia, cordeiros na Calif\u00f3rnia e bezerros e bovinos adultos no Reino Unido.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Controle:<\/strong> O controle \u00e9 baseado na vacina\u00e7\u00e3o, sendo necess\u00e1rias pelo menos duas doses com intervalo de 4 semanas. Os cordeiros e cabritos devem receber a primeira dose aos 2 meses de idade e refor\u00e7o ap\u00f3s 4 semanas, com revacina\u00e7\u00e3o anual. As ovelhas devem ser vacinadas no ter\u00e7o final da gesta\u00e7\u00e3o, proporcionando assim altos t\u00edtulos de anticorpos no colostro. Frente a um surto da doen\u00e7a, devemos revacinar todo o rebanho, e em \u00e1reas end\u00eamicas recomenda-se a vacina\u00e7\u00e3o a cada 6 meses.<\/p>\n\n\n\n<ul>\n<li>Doen\u00e7as de Pele e Olhos:<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>3.7 Ectima Contagioso (Dermatite pustular): <\/strong>Ectima \u00e9 uma enfermidade viral altamente contagiosa de ovinos e caprinos caracterizada pelo desenvolvimento de les\u00f5es pustulares e crostosas na pele do focinho e l\u00e1bios e, menos freq\u00fcentemente, em outros locais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Controle<\/strong> O controle \u00e9 feito atrav\u00e9s de vacina\u00e7\u00e3o anual dos cordeiros, por\u00e9m a vacina \u00e9 produzida com v\u00edrus vivo e seu uso introduz o v\u00edrus na propriedade. Por isso a vacina\u00e7\u00e3o n\u00e3o deve ser usada em rebanhos onde nunca ocorreu a doen\u00e7a. A imunidade ocorre em 3 semanas ap\u00f3s a vacina\u00e7\u00e3o e dura por 6 a 8 meses. A aplica\u00e7\u00e3o da vacina \u00e9 feita por escarifica\u00e7\u00e3o na axila, para evitar que a infec\u00e7\u00e3o se alastre por lambedura. Na Gr\u00e3-Bretanha, ocorre a vacina\u00e7\u00e3o dos cordeiros aos 14 dias de vida e refor\u00e7o ap\u00f3s 6 a 8 semanas, no Uruguai e Rio Grande do Sul os animais s\u00e3o vacinados na ocasi\u00e3o da descola e assinalamento, ou seja, depois do nascimento do \u00faltimo cordeiro. Algumas evid\u00eancias indicam que a imunidade para o Ectima \u00e9 do tipo celular, nem a infec\u00e7\u00e3o natural nem a vacina\u00e7\u00e3o produzem resposta humoral forte, n\u00e3o havendo, portanto, imunidade passiva atrav\u00e9s do colostro. A vacina\u00e7\u00e3o simult\u00e2nea com a castra\u00e7\u00e3o, a descola, o assinalamento ou a coloca\u00e7\u00e3o de brincos exige cuidados especiais para evitar a ocorr\u00eancia de contamina\u00e7\u00e3o de feridas com o v\u00edrus vacinal, o que poderia causar a enfermidade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>3.8 Linfadenite Caseosa (Mal do caro\u00e7o)<\/strong> \u00c9 uma doen\u00e7a cr\u00f4nica contagiosa de ovinos e caprinos adultos, caracterizada pela forma\u00e7\u00e3o de abscessos nos linfonodos, exerce poucos efeitos no estado geral dos animais, a menos que se generalize, o que ocorre muito raramente.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Controle: <\/strong>A erradica\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a \u00e9 dif\u00edcil, pois os m\u00e9todos de diagn\u00f3stico n\u00e3o detectam todos os animais infectados do rebanho. A palpa\u00e7\u00e3o de linfonodos externos n\u00e3o detecta portadores subclinicamente infectados e inaparentes, incluindo aqueles com abscessos internos. Nos pa\u00edses que disp\u00f5e de vacinas comerciais os testes de campo apresentaram efic\u00e1cia muito vari\u00e1vel e limitada (25 a 90% de prote\u00e7\u00e3o). A elimina\u00e7\u00e3o dos animais clinicamente afetados e a ado\u00e7\u00e3o de medidas higi\u00eanicas para evitar novas infec\u00e7\u00f5es \u00e9 a base do controle desta enfermidade em ovinos e caprinos. Devemos evitar solu\u00e7\u00f5es de continuidade durante a esquila e proceder a desinfec\u00e7\u00e3o das les\u00f5es 95 com solu\u00e7\u00f5es contendo iodo. Devem ser tomados cuidados especiais na desinfec\u00e7\u00e3o de tesouras, sala de esquila e m\u00e3os dos esquiladores. Os ovinos jovens devem ser tosquiados antes que os adultos e, em rebanhos infectados, devemos evitar banhos inseticidas imediatamente ap\u00f3s a tosquia.<\/p>\n\n\n\n<p>Referencias: Universidade Luterana do Brasil Curso de Medicina Veterin\u00e1ria. Professor: Paulo Ricardo Centeno Rodrigues<\/p>\n\n\n\n<p>MICOPLASMOSE<\/p>\n\n\n\n<p>O que \u00e9 a Micoplasmose?<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 um grupo de enfermidades e dentre elas as mais importantes em caprinos e ovinos s\u00e3o a pleuropneumonia contagiosa caprina, agalaxia contagiosa e a ceratoconjuntivite.<\/p>\n\n\n\n<p>Quais os sintomas nos animais?<\/p>\n\n\n\n<p>Na pleuropneumonia contagiosa caprina a ocorr\u00eancia dos sintomas, em ovinos e caprinos, \u00e9 influenciada por diversos fatores ambientais e de manejo. Os primeiros sinais cl\u00ednicos observados s\u00e3o dificuldade na locomo\u00e7\u00e3o e febre, embora os animais continuem se alimentando e ruminando. Posteriormente, s\u00e3o observados sinais de dificuldade respirat\u00f3ria, tosse, corrimento nasal claro at\u00e9 purulento e saliva\u00e7\u00e3o intensa. A agalaxia contagiosa, embora n\u00e3o apresente alta mortalidade, pode acometer todo o rebanho. Seu principal sinal cl\u00ednico \u00e9 a mastite com a redu\u00e7\u00e3o ou completa parada na produ\u00e7\u00e3o de leite. Al\u00e9m disso, h\u00e1 problemas nas articula\u00e7\u00f5es, sistema ocular, respirat\u00f3rio e reprodutivo, incluindo abortos. Na ceratoconjuntivite infecciosa os animais apresentam nos olhos: lacrimejamento, hiperemia da conjuntiva (vermelhid\u00e3o), secre\u00e7\u00e3o ocular, tremores nas p\u00e1lpebras, opacidade da c\u00f3rnea (olho branco), podendo levar a cegueira.<\/p>\n\n\n\n<p>Como prevenir a Micoplasmose no seu rebanho?<\/p>\n\n\n\n<p>Algumas medidas podem ser adotadas para controle e profilaxia, dentre elas:<\/p>\n\n\n\n<p>\u25cf Isolamento e separa\u00e7\u00e3o de animais com sintomatologia cl\u00ednica do rebanho para tratamento;<\/p>\n\n\n\n<p>\u25cf Realiza\u00e7\u00e3o de diagn\u00f3stico peri\u00f3dico no rebanho, inspe\u00e7\u00e3o dos animais e exames laboratoriais. \u00c9 importante procurar institui\u00e7\u00f5es de assist\u00eancia t\u00e9cnica para o apoio;<\/p>\n\n\n\n<p>\u25cf Limpeza e desinfec\u00e7\u00e3o das instala\u00e7\u00f5es e equipamentos de ordenha;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;\u25cf Cuidados com a sa\u00fade e a higiene do ordenhador;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;\u25cf Medidas higi\u00eanicas do animal antes, durante e depois da ordenha;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;\u25cf Implanta\u00e7\u00e3o de linha de ordenha;<\/p>\n\n\n\n<p>\u25cf Na aquisi\u00e7\u00e3o de animais, realizar quarentena (isolamento dos animais e realiza\u00e7\u00e3o de exames);<\/p>\n\n\n\n<p>\u25cf Em rebanhos infectados recomenda-se a separa\u00e7\u00e3o das crias ao nascimento, impedindo contato com suas m\u00e3es. Bem como fornecer colostro termizado (56 o C\/60 minutos) procedente das m\u00e3es ou substituir o mesmo por suced\u00e2neo. Observa\u00e7\u00e3o: O manejo do rebanho e do equipamento de ordenha incorreto e\/ou com defeitos favorecem a contamina\u00e7\u00e3o pelo micoplasma.<\/p>\n\n\n\n<p>REFER\u00caNCIAS: BOLETIM T\u00c9CNICO MICOPLASMOSE: Conhecendo para Prevenir. Boletim elaborado pela equipe de Sanidade Animal da Embrapa Caprinos e Ovinos <a href=\"http:\/\/www.embrapa.br\/caprinos-e-ovinos\">www.embrapa.br\/caprinos-e-ovinos<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>3.1 Scrapie : \u00c9 uma neuropatia degenerativa cr\u00f4nica, n\u00e3o febril, fatal e transmiss\u00edvel de ovinos e caprinos adultos, caracterizada clinicamente por prurido, anormalidades na marcha e por um per\u00edodo de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1832,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"template-fullwidth.php","meta":[],"featured_image_urls":{"full":"","thumbnail":"","medium":"","medium_large":"","large":"","sgg-420":"","sgg-540":"","sgg-780":"","1536x1536":"","2048x2048":"","homepage-slider":"","homepage-slider-small":"","page-top":"","page-small":"","loop-main":"","thumb-gallery-widget":""},"post_excerpt_stackable":"<p>Doen\u00e7as Nervosas 3.1 Scrapie : \u00c9 uma neuropatia degenerativa cr\u00f4nica, n\u00e3o febril, fatal e transmiss\u00edvel de ovinos e caprinos adultos, caracterizada clinicamente por prurido, anormalidades na marcha e por um per\u00edodo de incuba\u00e7\u00e3o muito longo. 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