{"id":2016,"date":"2025-02-14T10:44:00","date_gmt":"2025-02-14T13:44:00","guid":{"rendered":"https:\/\/portal.pi.gov.br\/isbpi\/?p=2016"},"modified":"2025-02-14T11:24:10","modified_gmt":"2025-02-14T14:24:10","slug":"ilegalidade-atinge-91-do-desmatamento-na-amazonia-e-51-no-cerrado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portal.pi.gov.br\/isbpi\/2025\/02\/14\/ilegalidade-atinge-91-do-desmatamento-na-amazonia-e-51-no-cerrado\/","title":{"rendered":"Ilegalidade atinge 91% do desmatamento na Amaz\u00f4nia e 51% no Cerrado"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Levantamento feito pelo ICV cruzou dados do INPE, Sinaflor e bases estaduais de autoriza\u00e7\u00e3o de desmate. Os 10 munic\u00edpios com maior ilegalidade est\u00e3o na Amaz\u00f4nia<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Levantamento realizado pelo Instituto Centro de Vida (ICV) mostrou que a ilegalidade atingiu dois ter\u00e7os do desmatamento registrados na Amaz\u00f4nia e no Cerrado, quando as taxas dos dois biomas s\u00e3o somadas. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (13).<\/p>\n\n\n\n<p>O levantamento considerou o desmate ocorrido entre agosto de 2023 e julho de 2024 \u2013 per\u00edodo chamado de calend\u00e1rio do desmatamento. Neste intervalo de tempo, 90,8% da destrui\u00e7\u00e3o florestal ocorrida na Amaz\u00f4nia n\u00e3o possu\u00eda autoriza\u00e7\u00e3o. J\u00e1 no Cerrado, a taxa foi de 51,1%. Somadas, a supress\u00e3o de vegeta\u00e7\u00e3o nativa realizada de forma n\u00e3o autorizada nos dois biomas foi de 67,5%.<\/p>\n\n\n\n<p>O levantamento foi feito com base nos dados de monitoramento do PRODES, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), e nas informa\u00e7\u00f5es&nbsp; sobre autoriza\u00e7\u00f5es de desmatamento do sistema nacional Sinaflor e de bases estaduais.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o ICV, os dados indicam para a necessidade de fortalecimento de um sistema \u00fanico de autoriza\u00e7\u00f5es de desmatamento, para que o controle seja mais efetivo.<\/p>\n\n\n\n<p>Dos 16 estados inseridos na Amaz\u00f4nia e Cerrado, apenas oito utilizam seus sistemas estaduais de forma conjunta com o Sinaflor federal. S\u00e3o eles: Amazonas, Rond\u00f4nia, Par\u00e1, Mato Grosso, Bahia, Minas Gerais, Goi\u00e1s e S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n<p>Para o coordenador do programa de Transpar\u00eancia e Justi\u00e7a Clim\u00e1tica do ICV, Marcondes Coelho, a incerteza sobre a completude das bases prejudica o controle social dos dados e a transpar\u00eancia p\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO desmatamento ilegal prospera na falta de transpar\u00eancia. Sem a garantia de acesso a todas as autoriza\u00e7\u00f5es de desmate, a sociedade reduz sua capacidade de fiscalizar e cobrar medidas eficazes contra o desmatamento ilegal. Isso abre brechas para irregularidades e enfraquece a fiscaliza\u00e7\u00e3o ambiental. [\u2026] Ao centralizar esses registros em um sistema \u00fanico, a medida diminui a fragmenta\u00e7\u00e3o dos dados entre diferentes \u00f3rg\u00e3os estaduais e municipais, dificultando fraudes e aumentando a rastreabilidade das autoriza\u00e7\u00f5es\u201d, disse.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Unifica\u00e7\u00e3o no STF<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>No dia 21 de janeiro, o Supremo Tribunal Federal determinou prazo de 60 dias para que estados e munic\u00edpios da Amaz\u00f4nia e do Pantanal adotassem o Sinaflor como \u00fanica forma de emitir a Autoriza\u00e7\u00e3o para Supress\u00e3o de Vegeta\u00e7\u00e3o Nativa (ASV).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A decis\u00e3o refere-se a uma a\u00e7\u00e3o julgada pelo ministro Fl\u00e1vio Dino que determinou&nbsp;<a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/meio-ambiente\/noticia\/2025-01\/dino-da-prazo-de-60-dias-para-amazonia-e-pantanal-aderirem-ao-sinaflor\">ser obriga\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o reorganizar a pol\u00edtica de preven\u00e7\u00e3o e combate aos inc\u00eandios na Amaz\u00f4nia e Pantanal.<\/a>&nbsp;Ela vale para os estados do Acre, Amazonas, Rond\u00f4nia, Roraima, Par\u00e1, Maranh\u00e3o, Amap\u00e1, Tocantins, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de a determina\u00e7\u00e3o ter sido orientada a estados espec\u00edficos, especialistas do ICV indicam que o entendimento dever\u00e1 valer para todos os outros estados.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Perfil do desmatamento<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Na lista dos dez munic\u00edpios com mais registros de desmatamento sem autoriza\u00e7\u00e3o est\u00e3o: Novo Aripuan\u00e3 (AM); Altamira (PA); Itaituba (PA); Nova Maring\u00e1 (MT); L\u00e1brea (AM); Porto Velho (RO); Apu\u00ed (AM); Colniza (MT); Portel (PA) e Santa Maria das Barreiras (PA). Todos est\u00e3o inseridos no bioma amaz\u00f4nico.<\/p>\n\n\n\n<p>Na lista dos munic\u00edpios cujo desmatamento possu\u00eda autoriza\u00e7\u00e3o, est\u00e3o: Balsas (MA); S\u00e3o Desid\u00e9rio (BA); Ponte Alta do Tocantins (TO); Rio Sono (TO); Paran\u00e3 (TO); Caxias (MA); Sebasti\u00e3o Leal (PI); S\u00e3o F\u00e9lix de Balsas (MA); Pium (TO) e Loreto (MA). Eles est\u00e3o majoritariamente inseridos na regi\u00e3o do Matopiba (Maranh\u00e3o, Tocantins, Piau\u00ed e Bahia).<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEsses resultados evidenciam o tamanho do desafio que \u00e9 combater o desmatamento ilegal nos maiores e mais pressionados biomas brasileiros. Para al\u00e9m do importante aumento das a\u00e7\u00f5es de fiscaliza\u00e7\u00e3o e responsabiliza\u00e7\u00e3o, s\u00e3o necess\u00e1rios esfor\u00e7os e mecanismos que inviabilizem economicamente as \u00e1reas desmatadas ilegalmente, para acabar com a l\u00f3gica que aparentemente vigora, de que o desmatamento ilegal compensa\u201d, disse Vinicius Salgueiro, do N\u00facleo de Intelig\u00eancia Territorial do ICV.<\/p>\n\n\n\n<p>Acesse a publica\u00e7\u00e3o&nbsp;<a href=\"https:\/\/oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/info_ICV_LegalidadeDesm_A0.pdf\">aqui.<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Levantamento feito pelo ICV cruzou dados do INPE, Sinaflor e bases estaduais de autoriza\u00e7\u00e3o de desmate. 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