{"id":4669,"date":"2025-07-23T13:37:00","date_gmt":"2025-07-23T16:37:00","guid":{"rendered":"https:\/\/portal.pi.gov.br\/saf\/?p=4669"},"modified":"2025-07-25T10:40:11","modified_gmt":"2025-07-25T13:40:11","slug":"familias-produtoras-de-rapadura-tem-aumento-na-renda-apos-saf-incluir-produto-em-supermercados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portal.pi.gov.br\/saf\/2025\/07\/23\/familias-produtoras-de-rapadura-tem-aumento-na-renda-apos-saf-incluir-produto-em-supermercados\/","title":{"rendered":"Fam\u00edlias produtoras de rapadura t\u00eam aumento na renda ap\u00f3s SAF incluir produto em supermercados"},"content":{"rendered":"\n<p>Um doce que \u00e9 t\u00edpico da cultura piauiense tem se destacado por meio da produ\u00e7\u00e3o de agricultores familiares: a rapadura. Produtores do munic\u00edpio de Boa Hora t\u00eam visto a procura aumentar substancialmente desde que passou a comercializar em supermercados, uma a\u00e7\u00e3o viabilizada pela Secretaria da Agricultura Familiar (SAF).<\/p>\n\n\n\n<p>No m\u00eas de junho, cerca de 18 fardos de rapadura, com 50 unidades cada, foram enviados \u00e0 rede de supermercado para a revenda com alto valor agregado, uma iniciativa que visa quebrar as barreiras que existem entre o agricultor familiar e o mercado.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\" id=\"attachment_69756\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.pi.gov.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/099A0769-1-scaled.jpg\" alt=\"Rapadura de Boa Hora \u00e9 comercializada na rede de supermercados Carvalho Super (Foto: Geirlys Silva \/ SAF)\" class=\"wp-image-69756\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Rapadura de Boa Hora \u00e9 comercializada na rede de supermercados Carvalho Super (Foto: Geirlys Silva \/ SAF)<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p>O produtor Jos\u00e9 Carlos Mour\u00e3o, que trabalha na Cooperativa de Rapadura de Boa Hora (CoopBoaHora), explica que o processo \u00e9 feito com esfor\u00e7o, desde a planta\u00e7\u00e3o at\u00e9 a produ\u00e7\u00e3o em engenhos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA nossa cana-de-a\u00e7\u00facar em Boa Hora \u00e9 cultivada em um brejo e demora cerca de um ano para produzirmos a rapadura. No engenho, a gente come\u00e7a a luta de madrugada e seguimos at\u00e9 \u00e0s 17 horas. O processo \u00e9 feito com muito esfor\u00e7o, iniciamos com a colheita da cana, que levamos para moer, em um motor, depois a gente cozinha em tachos numa fornalha, adicionamos um extrato da mutamba, para limpar o caldo, e depois cozinhamos at\u00e9 chegar ao ponto da gamela. Depois levamos para as formas para ser moldado e, no final, embalamos a rapadura j\u00e1 pronta para o consumo\u201d, disse.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\" id=\"attachment_69755\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.pi.gov.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/IMG_0606-scaled.jpg\" alt=\"Jos\u00e9 Carlos \u00e9 um dos cooperados da CoopBoaHora (Foto: Geirlys Silva \/ SAF)\" class=\"wp-image-69755\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Jos\u00e9 Carlos \u00e9 um dos cooperados da CoopBoaHora (Foto: Geirlys Silva \/ SAF)<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p>De acordo com a presidente da CoopBoaHora, Leila Pereira, a SAF vem apoiando a atividade por meio do selo verificado nas embalagens, a venda em supermercados e com diversos outros tipos de assist\u00eancia, destacando a produ\u00e7\u00e3o secular, com mais de 100 anos e a atua\u00e7\u00e3o da cooperativa, que possui apenas seis anos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA nossa produ\u00e7\u00e3o \u00e9 centen\u00e1ria. A cooperativa tem apenas seis anos, mas nossos antepassados j\u00e1 trabalham h\u00e1 mais de 100 anos. A SAF tem apoiado nossa atividade por meio do selo verificado em nossas embalagens, a venda em supermercados e com diversos tipos de assist\u00eancia para n\u00f3s. \u00c9 importante para a gente quando nosso produto, de qualidade, chega \u00e0 popula\u00e7\u00e3o e \u00e9 comercializado porque nos sentimos valorizados. A agricultura familiar \u00e9 muito prazerosa e se torna mais ainda quando somos reconhecidos e temos como sustentar nossa fam\u00edlia com dignidade. Com a SAF, nossa vida melhorou muito\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\" id=\"attachment_69759\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.pi.gov.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/IMG_0614-scaled.jpg\" alt=\"Fervedura do caldo da cana \u00e9 uma das etapas da produ\u00e7\u00e3o de rapadura. (Foto: Geirlys Silva \/ SAF)\" class=\"wp-image-69759\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Fervedura do caldo da cana \u00e9 uma das etapas da produ\u00e7\u00e3o de rapadura. (Foto: Geirlys Silva \/ SAF)<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p>Segundo o engenheiro agr\u00f4nomo da SAF, Bruno Costa, o processo de comercializa\u00e7\u00e3o ocorre por meio de conv\u00eanio entre a SAF e uma rede de supermercados, pelo programa Quitanda da Agricultura Familiar, como alternativa de quebrar os entraves comerciais dos agricultores.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA CoopBoaHora \u00e9 parceira, faz parte do nosso conv\u00eanio entre a SAF e a rede de supermercados por meio da Quitanda e esse conv\u00eanio veio para fazer a ponte entre o agricultor e os grandes com\u00e9rcios que, infelizmente, ainda apresentam entraves de vendas pelo agricultor. Para isso, a cooperativa oferece os produtos mensalmente para a revenda com valor agregado, como forma de valorizar o produto regional que, antes do conv\u00eanio, n\u00e3o possu\u00eda vis\u00e3o comercial\u201d, disse.<\/p>\n\n\n\n<p>Bruno Costa afirma que, no \u00faltimo m\u00eas de junho, foram investidos R$ 2.440 para a produ\u00e7\u00e3o de rapadura na cooperativa. Uma dentre as diversas a\u00e7\u00f5es de apoio da SAF para os agricultores familiares do Piau\u00ed.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA SAF \u00e9 respons\u00e1vel por oferecer assist\u00eancia t\u00e9cnica desde a produ\u00e7\u00e3o at\u00e9 a comercializa\u00e7\u00e3o. A Secretaria ajuda o agricultor a caminhar. O \u00faltimo pedido, em junho, foi no valor de R$ 2.440, um pedido bom porque o valor unit\u00e1rio do produto \u00e9 pequeno ent\u00e3o o volume de produ\u00e7\u00e3o \u00e9 alto. No m\u00eas, foram enviadas 18 unidades de fardos do produto, onde cada fardo corresponde a 50 unidades. Essa quantidade varia muito, mas fica em uma m\u00e9dia de 15 a 20 fardos por m\u00eas\u201d, disse.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\" id=\"attachment_69761\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.pi.gov.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/099A0761-1-scaled.jpg\" alt=\"Quitanda tem espa\u00e7o para a comercializa\u00e7\u00e3o de produtos da agricultura familiar em supermercados (Foto: Geirlys Silva \/ SAF)\" class=\"wp-image-69761\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Quitanda tem espa\u00e7o para a comercializa\u00e7\u00e3o de produtos da agricultura familiar em supermercados (Foto: Geirlys Silva \/ SAF)<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p>O engenheiro agr\u00f4nomo afirma que produzir \u00e9 dif\u00edcil e vender ainda \u00e9 mais trabalhoso, porque ainda \u00e9 muito complicado para o agricultor introduzir o produto em grandes centros comerciais. Segundo ele, a SAF trabalha em cima dessas dificuldades, por meio da Quitanda, para que os agricultores possam garantir uma renda melhor e sejam reconhecidos pelo trabalho secular.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA localidade, o transporte, a embalagem, o volume de produ\u00e7\u00e3o, o fato de ser uma atividade ainda artesanal, s\u00e3o alguns fatores que dificultam o acesso do agricultor ao mercado. Al\u00e9m disso, a cana-de-a\u00e7\u00facar tamb\u00e9m \u00e9 plantada e colhida por eles pr\u00f3prios, ent\u00e3o a produ\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 rudimentar, repassada de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o\u201d, concluiu.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um doce que \u00e9 t\u00edpico da cultura piauiense tem se destacado por meio da produ\u00e7\u00e3o de agricultores familiares: a rapadura. 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