Encontro define preparativos para o III Seminário Estadual da Visibilidade de Travestis e Transexuais que ocorrerá no dia 29 de janeiro

O evento, que será realizado em Teresina, terá palestras, atrações culturais, homenagens às personalidades que se destacaram no ano de 2025

A Secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (Sasc), por meio da diretoria de Promoção da Cidadania LGBTQIA, discutiu, nesta quarta-feira (7), os preparativos para o III Seminário Estadual da Visibilidade de Travestis e Transexuais, que será realizado no próximo dia 29 de janeiro, no Auditório da OAB.  O objetivo é alinhar os principais detalhes da programação do III Seminário Estadual da Visibilidade de Travestis e Transexuais em Teresina.

A diretora de Promoção da Cidadania LGBTQIA, Joseane Borges, a coordenadora de Proteção aos Direitos LGBTQIAPN+ da Secretaria de Segurança Pública (SSP-PI), Leonna Osternes, e a coordenadora de Diversidade da Secretaria Estadual das Mulheres (Sempi), Ayra Dias, participaram da reunião que tratou sobre a organização do evento voltado para o público de travestis e transexuais de Teresina. O evento é promovido pela Sasc juntamente com as secretarias da Segurança e das Mulheres.

(Foto:  Ascom Sasc)

A programação do seminário contará com palestras, atrações culturais, homenagens às personalidades da população de Travestis e Transexuais que se destacaram no ano de 2025, além de oferta de serviços para a população LGBT, como a emissão da carteira social, no que tange a retificação de nome e gênero também, além de alguns serviços em parceria com a Secretaria da Saúde, como testes rápidos de HIV, para que a população conheça mais ainda sobre os direitos da população LGBT.  A iniciativa será uma ação alusiva ao Dia Nacional da Visibilidade Trans, comemorada no dia 29 de janeiro.

Diretora de Promoção da Cidadania LGBTQIA, Joseane Borges (Foto: Ascom Sasc)

Segundo a diretora de Promoção da Cidadania LGBTQIA, Joseane Borges, a população trans tem uma expectativa de vida de apenas 35 anos de idade, imposta pelo Brasil, onde travestis e transexuais é pelo 16º ano ainda o país que mais mata. “Então essa é a nossa grande arma que temos para combater o preconceito e a discriminação contra a população LGBT. Desta forma, estaremos nesse grande seminário, onde daremos voz e vez a essa  parcela da população que ainda vem sofrendo na pele as dores e as delícias de ser o que somos”, explicou a diretora.

 

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