A Secretaria das Mulheres do Piauí (SEMPI) recebeu, nesta sexta-feira (13), representantes do Coletivo Mulheres Piauienses no Hip Hop para dialogar sobre o apoio institucional ao II Fórum Estadual de Mulheres no Hip Hop do Piauí, que será realizado no próximo dia 20 de março.
O encontro busca fortalecer a participação das mulheres piauienses no movimento Hip Hop, ampliando espaços de formação, articulação e protagonismo feminino na cultura urbana.
A coordenadora de Diversidade e Inclusão da SEMPI, Ayra Dias, ressaltou a importância da iniciativa para o fortalecimento das políticas públicas culturais e para o enfrentamento das violências. “Esse é um evento que demonstra a importância do investimento e do fortalecimento das políticas públicas na área da cultura, sobretudo no reconhecimento do trabalho que as mulheres desenvolvem nesse campo. O movimento Hip Hop é conhecido por ser ponta de lança no enfrentamento às diversas formas de violência que atravessam a vida das mulheres, e essa ação conjunta fortalece o diálogo entre o Estado e as instituições culturais”, afirmou.
De acordo com Rejane Oliveira, representante do Movimento Hip Hop Piauiense e fundadora do Coletivo Mulheres Piauienses no Hip Hop, o fórum será um espaço de debate e mobilização. “Viemos à Secretaria das Mulheres para alinhar o nosso segundo Fórum Estadual, que acontecerá no dia 20 de março. Teremos rodas de conversa, debates e também a nossa seletiva estadual para o evento nacional que será realizado em Minas Gerais, de 8 a 10 de maio. Vamos trabalhar todos os elementos do Hip Hop, mobilizando mulheres de todo o Piauí”, destacou.
O evento contará com a Seletiva Estadual dos elementos do Hip Hop — Breaking, DJ, Graffiti, MC e Slam, cujas ações estão vinculadas ao 11º Fórum Nacional de Mulheres no Hip Hop, que acontecerá em Minas Gerais, no período de 8 a 10 de maio de 2026.
A proposta do Fórum é ampliar a atuação de artistas piauienses, promovendo formação, participação social e o fortalecimento do Hip Hop como ferramenta de transformação social e autonomia das mulheres, especialmente nas periferias.


