SEMPI e SASC qualificam equipes do SUAS para o atendimento a mulheres em situação de violência

A Secretaria das Mulheres do Piauí (SEMPI), em parceria com a Secretaria do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (SASC), iniciou, nesta terça-feira (10), as formações das equipes do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) no âmbito do projeto Pilares do Desenvolvimento Humano (PDH), financiado pelo Banco Mundial.

A iniciativa tem como foco a qualificação de profissionais que atuam nos equipamentos socioassistenciais, como Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS), fortalecendo a integração da rede de atendimento e ampliando a capacidade de identificação, acolhimento e encaminhamento de casos de violência contra as mulheres.

“Essa formação fortalece a rede para que possamos acolher melhor as mulheres e construir fluxos de atendimento entre justiça, segurança, assistência social e saúde. Vamos estar nos 224 municípios realizando essa capacitação”, explica a secretária das Mulheres do Piauí, Zenaide Lustosa.

A diretora de Proteção Social Especial da SASC, Maria das Graças da Silva, ressaltou a importância da formação para preparar profissionais que atuam diretamente no atendimento à população.

“Estamos trabalhando com servidores de CRAS e CREAS, psicólogas, assistentes sociais e coordenadores, para que sejam multiplicadores junto às mulheres dos seus municípios, dos seus territórios, para que as próprias mulheres sejam protagonistas no enfrentamento às violências de gênero”, afirmou.

A programação teve início pelo território Entre Rios e o primeiro encontro foi realizado na Escola do SUAS em Teresina, reunindo profissionais de Alto Longá, Altos, Coivaras, José de Freitas, Lagoa Alegre, Miguel Alves, Nazária, Pau d’Arco, União e Teresina.

As formações ocorrerão entre os meses de março e agosto e contemplarão os 224 municípios piauienses, organizados por territórios de desenvolvimento e aglomerados regionais. A proposta é ampliar a articulação entre as políticas públicas de assistência social e as ações de enfrentamento à violência de gênero, fortalecendo a rede de proteção às mulheres em todo o estado.

Fotos: Ingra Dias

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