SEMPI realiza oficina sobre violência contra a mulher em comunidade quilombola de Várzea Branca

A Secretaria das Mulheres do Piauí (SEMPI), em parceria com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), realizou, nesta sexta-feira (10), mais uma ação do projeto Esperanças e Zabelês no município de Várzea Branca. Desta vez, a atividade ocorreu no povoado Montes Claros, integrante do Território Quilombola Lagoas.

A iniciativa levou uma série de serviços e atendimentos à comunidade, com foco na promoção de direitos e no enfrentamento à violência contra a mulher. Entre as ações ofertadas estiveram atendimentos da Defensoria Pública, atualização de certidão de nascimento, orientações sobre pensão alimentícia e regularização de união civil, além de serviços de saúde, como citologia, aferição de pressão arterial, teste de glicemia e vacinação contra influenza.

Também foram disponibilizados atendimentos do programa Criança Feliz, atualização do Cadastro Único (CadÚnico), emissão de cartões de transporte intermunicipal e interestadual, além do cartão do idoso.

A equipe da SEMPI realizou uma oficina educativa sobre a tipificação da violência contra a mulher, apresentando a rede de proteção e os canais de denúncia disponíveis.

De acordo com a assistente social da SEMPI, Maria Beatriz Soares, a ação teve ampla participação da comunidade.

“Foram realizados diversos atendimentos e serviços essenciais, alcançando cerca de 100 pessoas. A oficina também foi um momento importante para levar informação e fortalecer a rede de proteção às mulheres”, destacou.

A ação contou ainda com a participação de equipes da Secretaria de Planejamento (Seplan), da  Secretaria do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (Sasc), além da coordenação de Promoção da Igualdade Racial, Povos Originários e Tradicionais da SEMPI, representada por Lya Rayza Galvão.

O projeto Esperanças e Zabelês tem como objetivo diagnosticar e enfrentar a violência de gênero em comunidades tradicionais, especialmente quilombolas e indígenas acompanhadas pelo Instituto de Terras do Piauí (Interpi), promovendo o acesso a direitos e o fortalecimento da rede de proteção.

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