Sesapi inicia III Seminário Piauiense sobre Hanseníase e reforça enfrentamento da doença no estado

Nesta quarta-feira (21), a Secretaria de Estado da Saúde do Piauí (Sesapi) deu início ao III Seminário Piauiense sobre Hanseníase, reunindo, em Teresina, profissionais de saúde de todos os municípios piauienses. A iniciativa integra as ações do Janeiro Roxo e tem como objetivo fortalecer a vigilância em saúde, ampliar o conhecimento técnico e qualificar as estratégias de enfrentamento da hanseníase no estado, ainda considerada um importante problema de saúde pública no Brasil.

De acordo com a supervisora estadual de Hanseníase da Sesapi, Eliracema Alves, o evento representa um espaço estratégico de atualização e integração entre os profissionais. “Iniciamos hoje o terceiro Seminário Piauiense sobre Hanseníase, uma oportunidade para os profissionais de saúde do estado aprimorarem seus conhecimentos em vigilância em saúde. Todos os municípios foram convocados e estão representados”, destacou. Ela também ressaltou a importância da troca de experiências e do fortalecimento das ações desenvolvidas no território piauiense.

III Seminário Piauiense de Hanseníase Foto: Márcio Sales/Ascom Sesapi

O seminário conta com a participação do Ministério da Saúde, por meio da coordenadora-geral da Coordenação de Vigilância da Hanseníase e Doenças em Eliminação, Jurema Guerrieri. Segundo Eliracema Alves, a presença da coordenação nacional contribui para qualificar ainda mais o debate. “Contamos com a participação da coordenadora nacional, Jurema Guerrieri, que trouxe informações relevantes para os profissionais de saúde, além de outros palestrantes que enriquecem e fortalecem as ações no Piauí”, afirmou.

Durante sua participação, Jurema Guerrieri destacou o cenário epidemiológico da hanseníase no país e as diretrizes da Estratégia Nacional de Enfrentamento da Hanseníase. “A coordenação estadual convidou o Ministério da Saúde para participar deste terceiro seminário, com foco no cenário epidemiológico da hanseníase no Brasil e nas ações da Estratégia Nacional de Enfrentamento da Hanseníase”, explicou.

A coordenadora nacional também enfatizou a importância da atuação integrada entre as esferas de gestão e a atenção primária à saúde. “Abordamos a persistência da hanseníase como problema de saúde pública, o papel de todas as instâncias no enfrentamento da doença e as atividades prioritárias para combatê-la. A qualificação dos profissionais é essencial para identificar precocemente os casos, realizar o diagnóstico, evitar incapacidades e interromper a cadeia de transmissão”, concluiu.

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